O QUE TODOS PRECISAM SABER... URGENTE!

(capítulo 2)

Ao iniciarmos este segundo capítulo, é importante recordarmos o que ficou muito claro no capítulo anterior.

Através de textos e vídeos de renomados cientistas independentes e éticos ficou nítido que um possível aquecimento global, por ação principal do homem, é uma farsa. A queima de combustíveis fósseis, geradores de CO2 (o vilão, segundo eles...), por maior que fosse, não teria poder suficiente para aquecer e alterar o clima em todo o planeta. Portanto, o que existe nesse caso, é uma gravíssima conspiração baseada na agenda iluminatti, e conduzida pela ONU, para enfraquecer as economias dos países que sustentam a economia mundial. Tudo isso para alcançarem o objetivo psicótico da Nova Ordem Mundial que é o de estabelecer um Governo Único Mundial; uma Governança Global!

Outra conclusão que ficou bem visível é de que existe uma grande divisão de opiniões, entre esses mesmos cientistas, sobre o que está acontecendo com o clima do planeta, atualmente; com o descontrole que, visivelmente, a cada dia se intensifica mais...

A seguir, vamos elencar algumas dessas constatações contraditórias:

1- Está tudo normal. Essas alterações são periódicas e cíclicas. Nada mais do que isso;

2- Vivemos um período de máximo solar "fraco", baseado no comportamento do sol até agora, e isso, segundo muitos cientistas, pode ser um indicativo que o planeta passará por um período de resfriamento...

3- O Sol está "doente". O seu comportamento atual foge do normal...

Portanto, essas são algumas teses defendidas pelos cientistas independentes e éticos. A opinião dos cientistas "chapa branca", aqueles financiados pelos iluminatti e seus instrumentos já conhecemos, agradecemos e desprezamos, porque a "estória" do CO2 ("níveis alarmantes de gás carbônico") só pode ser crível para ignorantes e desavisados. Felizmente, graças ao bom Deus, não é o nosso caso. Buscamos e almejamos chegar o mais próximo possível da verdade dos fatos. Chega de farsas, armações, hipocrisias e conspirações. Somos, literalmente, o público alvo, mas somos também bilhões de almas neste planeta que estão se conscientizando, e buscando a conscientização dos seus irmãos, enquanto eles são uma diminuta elite. Poderosa, sim, pois constituída por milionários internacionais, psicopatas e satânicos, que buscam escravizar e eliminar da face da terra, a grande maioria dos amados, manipulados, explorados e sofridos filhos de Deus. E o mais importante em tudo isso, Deus está conosco, não tenhamos qualquer sombra de dúvida, Ele sempre está ao lado dos sinceros, autênticos e honestos, pois Ele, sim, é a Única verdade e o Único verdadeiramente Poderoso, Amoroso, Misericordioso, Justo e Fiel!

Após fazermos a exposição referente ao item 3, em um capítulo seguinte também detalharemos o que nos revelam as autênticas profecias Celestes, anunciadas por Nossa Senhora em Suas recentes Aparições, sobre alterações no planeta e conseqüentemente no clima!

A seguir, apresentaremos a tese dos cientistas que defendem o item 2, descrito acima:

Terra vai congelar até 2055

Cientistas russos prevêem resfriamento do planeta a partir de 2012

Os cientistas russos estão prevendo o início de uma nova era glacial na Terra. Em entrevista à Rádio Voz da Rússia, de Moscou, eles disseram que, ao contrário do que tanto se fala em aquecimento global, dentro de dois anos a Terra começará a esfriar bruscamente. A nova era glacial durará pelo menos dois séculos e, na avaliação desses cientistas, congelará o planeta ao final do processo de glaciação.

O diretor do Setor de Investigações Espaciais do Observatório de Pulkovo, da Academia de Ciências da Rússia, o doutor em Ciências Habibullo Abdusamatov, declara que o planeta já começou a esfriar. E que, estudando-se a periodicidade das alterações da atividade solar, é possível predizer os futuros aquecimentos e esfriamentos globais. Diz o cientista: "De acordo com os nossos dados, a temperatura começará a decrescer de modo contínuo a partir de 2014. O pico do frio será em 2055. O esfriamento fará com que as superfícies cobertas pelos cultivos agrícolas diminuam significativamente. Além dos problemas com a alimentação, será muito mais difícil fazer a exploração de petróleo e gás no hemisfério norte. O esfriamento será sentido em quase todos os países, principalmente no hemisfério setentrional" , adverte o Doutor Abdusamatov.

O esfriamento contínuo e permanente prognosticado pelo cientista russo poderá ser a quinta menor era do gelo nos últimos nove séculos. Fenômenos climáticos semelhantes foram registrados nos séculos 13, 15, 16, 17 e 19.

Aos céticos, o Doutor Abdusamatov faz mais uma advertência: "Como acontece sempre que um membro da comunidade científica apresenta previsões desse gênero, haverá quem duvide, quem afirme que tudo isso é ridículo, que isto não é ciência, que tais fatos não podem ser verdadeiros. Até que estas pessoas se convencem, por fatos demonstrados, que nossas opiniões são corretas e fundamentadas em muita pesquisa, experiência e observação. Felizmente para os cientistas russos, a tese sobre o esfriamento mundial está sendo reconhecida por todo o mundo sério."

Fonte: http://www.diariodarussia.com.br/tecnologia/noticias/2012/02/20/terra-vai-congelar-ate-2055/

Astrônomo do Observatório Pulkovo, prova que aquecimento é ficção.


Chefe do Laboratório de Estudos Espaciais (Pulkovo), Observatório da Academia de Ciências da Rússia, Habibullo I. Abdussamatov, da certeza que estamos arrefecendo! O astrofísico dá explicação astronômica ao fenômeno do arrefecimento global.

O sol está brilhando, mas não aquece

Habibullo Abdussamatov acredita que o próximo período frio será culpa do sol. Ele descobriu que em todo o século XX a nossa estrela brilhou mais brilhante, e, portanto, aumentou a temperatura média global em 0,6 graus em 100 anos (estes dados são considerados como prova do aquecimento global). Até o início dos anos 90, aonde a atividade solar começou a cessar.

- Nós não sentimos isso porque continuamos a aquecer devido aos saldos de calor, que acumularam no planeta. Mas os estoques de calor não irão durar para sempre. Dentro de alguns anos, a temperatura começará a cair, – explica o cientista. – O principal armazenador de calor são os oceanos e eles determinam o clima do planeta. Cientistas marinhos dizem que desde 2003 começou o resfriamento da superfície do oceano.

Abdusamatov descreveu sua teoria no Simpósio da União Astronômica Internacional e no Instituto de Magnetismo Terrestre, RAS. Trazendo sérias objeções ao aquecimento global antropogênico.

Efeito estufa – ficção

Mas quanto ao efeito estufa, que "parece" ser o culpado pelo aquecimento global, o astrônomo de São Petersburgo está confiante de que as pessoas em geral entendem o que é o efeito estufa, e nenhum efeito estufa de fato é verificado na natureza!

- Esboço deste efeito é familiar a agricultores – explica Habibullo. – O vidro da estufa retém a radiação infravermelha. Desta forma, a temperatura na sala aumenta.

Mas, na atmosfera este "vidro" simplesmente não existe! Isso foi provado pelos cientistas do Observatório Pulkovo. O dióxido de carbono tranquilamente viaja por camadas de ar e se dispersa. Abdusamatov cita estudos de exploradores polares.

No gelo perfurado perto da estação "Vostok" na Antártida e Groenlândia, onde se tomaram amostras de rochas que têm centenas de milhares de anos, verificou-se que a quantidade de dióxido de carbono aumenta posteriormente a temperatura da Terra. Portanto, o acúmulo de gás não foi precedido, mas foi um resultado do aquecimento.

- Isto significa que o aquecimento não tem nada a ver com o efeito de estufa! – Diz Habibullo.

A Comunidade científica reagiu dolorosamente a essa afirmação de Abdusamatov. Afinal, 168 países assinaram o Protocolo de Kyoto, que estipula: temos que lutar contra o efeito estufa, reduzir a emissão de gases nocivos para a atmosfera. Para combater o "flagelo", que é gastar centenas de bilhões de dólares, dezenas de cientistas defendem a tese do aquecimento global.

Congelamento terá início em 2012 (1)

Abdusamatov descobriu que o sol brilha mais ou menos, sujeito a ciclos rigorosos: ciclos de 11 anos e em ciclos de um século. E ele espera que o tempo esfrie logo. O ciclo secular de pequeno brilho do sol começará em 2012. A temperatura do planeta vai diminuir, e em 2050 teremos um mínimo. A média será de 1,2-1,3 graus mais frio do que é agora. Parece pouco?

Habibullo lembra que, por exemplo, houve muito frio entre os anos de 1645 a 1715. O rio Sena e Tamisa ficaram cobertos de gelo, e na Holanda congelaram todos os canais. Houve crosta grossa de gelo no Dnieper e no rio Moscou; nossos antepassados faziam feiras comerciais nestes rios. O frio anormal trouxe medo aos vikings conquistadores da Groenlândia. Vendo que na verde ilha avançaram as geleiras, decidiram então sair dali.

Na Rússia, a falta de luz solar será visível em 15 anos, o inverno será longo e gelado. E em 2050 a cobertura de neve ao norte será profunda. O branco da neve vai refletir a luz solar, e vai causar ainda mais resfriamento.

Por que o Sol brilha de forma desigual? No interior da estrela acontecem reações termonucleares, provavelmente associadas a essas reações está a volatilidade da estrela. Quando a temperatura no núcleo solar é aumentada, a pressão cresce, o sol é "inflado", e o planeta recebe mais luz e calor. Para estudar mais detalhes do espaço, a equipe do observatório Pulkovo desenvolveu equipamentos especiais e astronáuticos que prometem, no âmbito do projeto "astrometria", medir as mudanças na forma e diâmetro do sol. Estes dados irão ajudar a prever com mais precisão o tempo e a força do resfriamento global.

Mais um dos argumentos de Habibullo Abdusamatov: Marte se torna periodicamente mais quente ou mais frio. E exatamente ao mesmo tempo que a Terra! Isso foi identificado em uma recente pesquisa da NASA. Mas em Marte não há marcianos, nem plantas, automóveis e outras fontes de gases de efeito estufa. Isto significa que o clima em nosso planeta, e nos planetas vizinhos, é principalmente influenciado pelo sol e suas mudanças de "humor".

Enquanto isso…

A cidade australiana de Dubbo (localizada em Nova Gales do Sul) observa um esfriamento de uma centena de anos! Enquanto o mundo está falando sobre o aquecimento global, ao longo do século XX, a temperatura diária tem vindo a cair. O verão é agora muito mais frio do que no início de 1900, e as geadas de inverno são cada vez mais de rachar! Quem traz estes dados paradoxais é Mark Howden, pesquisador australiano da CSIRO (Commonwealth Scientific and Industrial Research Organization)

Bom, espero que o texto tenha ficado inteligível, traduzir do Russo para o Português não é tarefa das mais fáceis. Mas vale muito a pena a entrevista do Astrofísico Habibullo Abdussamatov! Lembrando que é uma entrevista de 2007, portanto, ele previu que estávamos esfriando e de fato o saldo médio de temperaturas do século XXI até o momento é de -0,46 Celsius. É uma tendência possível de se acentuar até o meio do século, como colocam muitos autores.

Fonte e tradução: http://fakeclimate.wordpress.com/2012/11/18/astronomo-do-observatorio-pulkovo-habibullo-abdussamatov-prova-que-aquecimento-e-ficcao Fonte primária: www.kp.ru

(1) - Parece que as pesquisas do Dr. Habibullo começam a se confirmar...

Frio bate recorde na Rússia; Ucrânia e Polônia registram mais mortes.

Número de mortos por onda de frio na Europa passa de 200.

Montreal (Canadá) coberta de neve – Recorde histórico foi quebrado em dez/2012.


Neve faz Jerusalém amanhecer coberta de branco

Onda de frio no Oriente faz nevar até na Arábia Saudita

A NOVA PRÓXIMA IDADE DO GELO.
(De HABIBULLO ABDUSSAMATOV)


"Nós podemos esperar o aparecimento de um mínimo de profundidade bicentenário da irradiância solar total (ETI) em cerca de 2042(± 11), e o 19° mínimo profundo da temperatura global nos últimos 7500 anos. Em 2055 (± 11), após o máximo do ciclo solar 24, aproximadamente em 2013-2014, podemos esperar o início do resfriamento profundo com uma Pequena Idade do Gelo; em 2055 (± 11)". - Habibullo I. Abdussamatov, Russian Academy of Science, 01 de fevereiro de 2012

Idade Do Gelo

Resumo: Mudanças temporais no poder da radiação de ondas longas do sistema Terra-atmosfera emitidas para o espaço são sempre atrasadas em relação às mudanças no poder de absorção da radiação solar, devido à lenta alteração da sua entalpia. É por isso que as peças de débito e crédito no orçamento médio anual de energia do globo terrestre, com o seu ar e água, são identificados quase sempre em um estado desequilibrado. O balanço médio anual do orçamento térmico do sistema Terra-atmosfera, durante o período de tempo analisado, determina no curso e no valor de ambos um excesso de energia acumulada pela Terra, ou o déficit de energia térmica no orçamento que, com a conta para os dados da previsão ETI, pode definir e prever com antecedência a direção e a amplitude das mudanças climáticas futuras. No início dos anos 90 observa-se a diminuição do bicentenário em ambas as ETI, e a parcela de sua energia absorvida pela Terra. Na Terra, um planeta em que vigora o saldo negativo no orçamento de energia, isto resultará na queda da temperatura em aproximadamente 2014.

Devido ao aumento do albedo e a diminuição da concentração de gases de efeito estufa na atmosfera, a porção de energia solar absorvida e a influência do efeito estufa aumentará o declínio das temperaturas. A influência da cadeia consecutiva de efeitos de feedback que pode levar a queda adicional da temperatura irá superar a influência da diminuição ETI. O início do mínimo profundo bicentenário da ETI é esperado em 2042 (± 11 anos), e o início da 19° Idade do Gelo em 2055 (± 11 anos).

Idade Do Gelo

William Herschel (1801) foi o primeiro a relatar a correlação entre o nível de atividade das manchas solares e o clima, depois da sua descoberta da inter-relação inversa entre o preço do trigo e um nível de variações cíclicas da atividade solar; antes e durante o mínimo de Dalton.

Quando a superfície do Sol estava coberta de manchas solares os preços do trigo estavam indo para baixo. Quando o número de manchas solares caiu, os preços subiram. Ele supunha que as variações do preço do trigo eram conseqüência das mudanças climáticas correspondentes. No entanto, ele não poderia explicar a natureza física desse fenômeno.

Mais tarde, Eddy (1976) descobriu a interligação entre os períodos bem determinados de variações significativas do nível de atividade das manchas solares, durante o milênio passado, e as correspondentes profundas mudanças climáticas, tanto na fase e amplitude.

Durante cada um dos 18 mínimos profundos da atividade solar (do tipo Maunder), com um ciclo bicentenário encontrado nos 7,5 milênios anteriores, foi observado um resfriamento profundo, enquanto que durante os períodos de máxima alta, o aquecimento global (Borisenkov, 1988), estudos recentes (Bal, et al 2011; McPhaden, et al 2011), confirmam os nossos resultados (Abdussamatov, 2009a, b), relativos a uma ação comum de variações cíclicas de onze anos e do bicentenário da irradiância solar total (ETI) (com algumas lapso de tempo) sobre as mudanças de estado da superfície e as camadas do subsolo (na profundidade de dezenas e centenas de metros), na parte tropical do Oceano Pacífico, acompanhado com aparência de água morna ou fria (os ciclos de La Niña ou fenômenos El Niño), que afetam a mudança climática também.

No entanto, formado a partir do início dos anos 1990, o déficit de longo prazo da ETI (ver fig. 2) não foi compensado pela diminuição na emissão de energia da Terra (intrínseca, térmica) para o espaço, que praticamente permanece no mesmo nível durante 14 anos (± 6 ), devido à térmica inércia do Ocean World.

Uma vez que o Sol está entrando em uma fase de longo prazo bicentenário de baixa luminosidade (por exemplo, Abdussamatov, 2004, 2005, 2007b; Penn e Livingston, 2010; American Astronomical Society, 2011), o desequilíbrio energético do sistema (E < 0) será continuo, ainda mais para os próximos ciclos de 11 anos. Como resultado, a Terra, será um planeta a vigorar com saldo negativo (E < 0) no orçamento de energia.

Este consumo gradual da energia solar acumulada pelo Oceano Mundial, durante o século XX inteiro, vai resultar em diminuição da temperatura global depois de 14 anos (± 6), por causa de um saldo negativo no orçamento de energia da Terra. Este, por sua vez, levará ao aumento do albedo da Terra, a queda da concentração atmosférica dos gases de efeito estufa mais importantes, vapor de água, bem como de dióxido de carbono e outros gases.

Notemos que o vapor d'água absorve cerca de 68% da alimentação integral da emissão de ondas longas intrínsecas da Terra, enquanto que o dióxido de carbono apenas ~ 12%. Como conseqüência, uma parte da radiação solar absorvida pela Terra irá gradualmente para baixo, juntamente com as manifestações do efeito estufa causadas pelos efeitos secundários de feedback.

A influência da cadeia de crescimento consecutivo de tais mudanças vai causar uma diminuição adicional na temperatura global, fazendo com que ultrapasse o efeito de uma diminuição ETI bicentenário.

Visto que o Sol se aproxima agora da fase de diminuição da luminosidade do bicentenário, com base na queda de aceleração observada em ambos os componentes de 11 anos, e bicentenário da ETI a partir do início dos anos 90, podemos prever o seu declínio ainda mais; semelhante a um mínimo de Maunder, chamados até 1363,4 (± 0,8 W/m2), 1361,0 (± 1,6 W/m2) e para baixo, para um nível profundo mínimo 1359,5 (± 2,4 W/m2), nos níveis mínimos entre os ciclos de 24/25, 25/26 e 26/27, respectivamente. (Fig. 3)

Assumindo um aumento esperado na duração dos ciclos de onze anos, durante a fase de declínio de um ciclo bicentenário (Abdussamatov, 2006, 2009a, b), podemos esperar o momento aproximado do mínimo entre os ciclos de 24/25, 25/26 e 26/27, em 2020,3 (± 0,6 anos); 2031,6 (± 1,2 anos) e 2042,9 (± 1,8 anos), respectivamente.

Nestas circunstâncias, a suavizada máxima de 13 meses no nível de manchas solares nos ciclos de número 24, 25 e 26 pode chegar a 65 (± 15), 45 (± 20) e 30 (± 20), respectivamente (Abdussamatov, 2007b, 2009a, b). Assim, podemos esperar o aparecimento de um mínimo de profundidade bicentenário da ETI em aproximadamente 2042 (± 11 anos), e do 19° mínimo profundo da temperatura global, nos últimos 7500 anos, em 2055 (± 11 anos). (Fig. 4)

Em um futuro próximo teremos de observar uma transição entre o aquecimento global e o arrefecimento global, períodos de mudanças climáticas instáveis, com a flutuação da temperatura global em torno do seu valor máximo alcançado no período entre 1998 e 2005.

Após o máximo do ciclo solar 24, em aproximadamente 2013/2014, podemos esperar o início do próximo ciclo bicentenário de resfriamento profundo, com uma Pequena Idade do Gelo em 2055 (± 11 anos). Assim, em longo prazo as variações de ETI, com a conta para os seus diretos e secundários - com base em efeitos de feedback (influência) - são a principal causa (fundamental) das mudanças climáticas; desde variações no clima da Terra. É determinada, principalmente, por um desequilíbrio de longo prazo entre a energia da radiação solar que entra nas camadas superiores da atmosfera da Terra, e a energia total emitida da Terra de volta ao espaço.

Source Link: ccsenet.org

Fonte: http://sandcarioca.wordpress.com/2012/02/06/a-nova-proxima-idade-do-gelo-de-habibullo-abdussamatov

CIENTISTA AFIRMA QUE A TERRA ESTÁ EM PROCESSO DE RESFRIAMENTO!

Teoria contrária ao discurso defendido por diversos cientistas e por governos de grandes potências mundiais, o aquecimento global, o doutor Luiz Carlos Molion, PhD em Meteorologia e professor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), apresentou dados científicos que comprovam que a terra está em processo de resfriamento.

O tema foi à principal pauta da primeira reunião do Conselho Estadual de Política Energética (Cepe), realizada nesta segunda-feira, no Auditório da Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Energia e Logística (Sedec).

A principal afirmação do doutor Molion é que "não há comprovação que o clima esteja se aquecendo, ao contrário, há uma tendência de resfriamento para os próximos 20 anos". Em sua análise o motivo do resfriamento da terra é que o "sol, a principal fonte de energia, está entrando num período de baixa atividade que vai durar até 2032".

Outro motivo desse resfriamento, segundo Molion, dá-se porque o oceano Pacífico, um dos principais controladores do clima global, está com baixas temperaturas e permanecerá frio, possivelmente até 2030.

O cientista apresentou diversos quadros e estatísticas que provam suas afirmações, como o quadro do ciclo de temperatura, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia, do período de 1900 a 2000 que mostra as oscilações dentro do século, onde o planeta viveu décadas de frio e outras de temperaturas elevadas.

Luiz Carlos Molion afirmou que, por um período aproximado de 20 anos, a Terra vive uma baixa atividade do sol. O cientista também rompe com alguns "vilões" da tese do aquecimento global, como o metano e o CO2, gás carbônico. Segundo o cientista, no caso do metano, liberado pela "fermentação anaeróbia do material vegetal (arrozais, ruminantes [bois], cupins), está estável há 20 anos".

Outro fator tão combatido por muitos, a emissão de gás carbônico, liberado pela queima de combustíveis fósseis (petróleo, carvão mineral e gás natural), "não controla o clima global", de acordo com Molion. Nas palavras finais do professor Molion, diante dos conselheiros e convidados do Cepe, ele destacou que a previsão e a adaptação serão necessárias para o cenário futuro do clima, pois "eventos extremos sempre ocorreram, sendo o clima frio ou quente". Ele reafirmou que o CO2 não é vilão, "é o gás da vida, da fertilização das plantas", lembrando a fotossíntese. Molion ainda disse que planos de redução de emissões de CO2 (Kyoto, Copenhague,…) são inúteis, pois o gás não interfere no clima do planeta, porém, evidenciou que por causa do aumento populacional, "a conservação ambiental é uma necessidade de sobrevivência da espécie humana". Ele finalizou com a seguinte afirmação: "cheguei a conclusão que esses modelos climáticos defendidos têm decisão política".

Veja as entrevistas do doutor Luiz Carlos Molion:


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Pesquisadores afirmam que a Terra passará por processo de resfriamento global

A partir de estudos sobre o papel dos raios cósmicos nos fenômenos atmosféricos e nas variações climáticas, um grupo internacional de cientistas passou a defender a tese de que o mundo passará, nos próximos anos, por um processo de resfriamento global, contradizendo frontalmente as conclusões do Painel Intergovernamental de Mudança Climática (IPCC, na sigla em inglês). Um dos defensores da tese, o físico Yuri Stozhkov, do Instituto de Física Lebedev, em Moscou, Rússia, espera que suas idéias sejam combatidas intensamente nos próximos anos. Mas, ao mesmo tempo, afirma que elas não são motivo para deixar de lado o esforço pela diminuição das emissões de carbono.

Stozhkov está no Brasil, onde participa da Escola Latino-Americana do Ano Heliofísico Internacional (AHI), realizada na Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo. Há dez anos o cientista está envolvido com o programa Cosmics Leaving Outdoor Droplets (Cloud), do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern).

"As conclusões finais do programa, mais os dados colhidos até agora, indicam que, no futuro próximo, podemos esperar por um processo de resfriamento da nossa atmosfera, em vez do aquecimento global", disse Stozhkov.

"Isso não quer dizer que os raios cósmicos determinam sozinhos o ambiente na Terra. Eles são apenas um ingrediente importante do clima. Também não quer dizer que podemos esquecer a mitigação das emissões de carbono", disse o pesquisador, que também pertence à Academia Russa de Ciências.

Com o objetivo de estudar a influência de cargas elétricas na formação de gotículas d'água na atmosfera, o programa Cloud procura reproduzir o processo em laboratório. Para isso, os cientistas irradiam partículas aceleradas em câmaras de nuvens de vários tamanhos.

"Por muitos anos tenho estudado a influência da atividade solar nos fluxos de raios cósmicos. Há cerca de dez anos descobrimos que esses fluxos estão conectados a vários fenômenos elétricos, como a formação de nuvens baixas. Eles influenciam também os padrões de cobertura global das nuvens", explicou.

Segundo ele, quando a radiação penetra na atmosfera terrestre, ela acelera a formação de aerossóis, ou grupos de moléculas, que se aglutinam e compõem a base da formação de gotículas nas nuvens.

"Uma nuvem com um número maior de gotículas reflete a luz solar incidente de forma mais eficiente e se torna mais estável, produzindo um efeito de resfriamento. Uma variação de uma pequena porcentagem nesse processo afeta de forma significativa o clima global", disse.

Mais raios no futuro

A questão do aquecimento global, segundo o físico, passará ainda por muita discussão. "É importante desenvolver modelos climáticos, como vem sendo feito. Mas achamos que é preciso conseguir novos dados experimentais sobre o Sol, o espaço interplanetário e a Terra para, de fato, combater o problema", destacou.

Stozhkov explica que o mecanismo de resfriamento inclui a influência sobre a atmosfera da poeira zodiacal – uma nuvem de grãos que medem de 1 a 10 micrômetros e se concentra no plano da órbita da Terra ao redor do Sol. "Ao entrar na nossa atmosfera essa poeira muda de concentração e também altera a cobertura de nuvens e, em conseqüência, a temperatura do planeta", disse.

A Terra, segundo o professor russo, é protegida dos raios cósmicos pela atmosfera e pela magnetosfera, que os repelem. Mas quando os clarões solares são mais intensos, acelerando as partículas, os fluxos de raios são aumentados em dez ou cem vezes em comparação com condições de calma na atividade solar.

"Nos próximos 50 anos o número de raios deverá aumentar consideravelmente, elevando a produção de nuvens baixas. Isso deverá gerar um resfriamento da Terra, que não apenas vai compensar o aquecimento causado pela ação antropogênica, mas que deverá superá-lo, podendo levar a um efetivo resfriamento global", disse.

Segundo Stozhkov, a hipótese causará mais polêmica à medida que houver mais dados experimentais. "Essa idéia será muito combatida nos próximos cinco anos, mas o processo científico é esse mesmo e o debate será saudável para o conhecimento", afirmou.

Fonte: Fábio de Castro /Agência FAPESP

Frio invulgar assola Sul da Península Coreana

Peninsula

Um frio invulgar continua assolando este ano (2013) o território da República da Coréia, informou o serviço hidro-meteorológico nacional.

A temperatura mais baixa deste inverno foi registrada hoje nas regiões centrais do país. Por exemplo, de manhã fez 22 graus centígrados negativos no distrito de Cheorwon, província de Kanvondo.

A temperatura baixou para 24 graus (Celsius) negativos na cidade de Paju, província de Kyonggido, fronteiriça com a Coréia do Norte. Em Seul, e na região adjacente à capital, fazia hoje 16 graus (Celsius) negativos.

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2013_01_03/frio-invulgar-assola-sul-da-peninsula-coreana/

Observação final: Estimados irmãos, ao encerrarmos mais um capítulo dessa nossa exposição, peço a todos que leiam e meditem com carinho e atenção tudo o que está sendo mostrado e demonstrado, porque realmente a situação do clima no planeta é bastante confusa e grave; principalmente as perspectivas para os próximos anos. Será um processo lento, gradual, mas de profundas mudanças; e que nos afetará a todos de diversas formas. Extensões e conseqüências, literalmente, somente Deus sabe! Até o próximo capítulo, o de número 3.

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